Este deck foi criado sem tocar no teclado.
"Tem empreendedor sozinho criando estrutura de agentes de IA… e a gente, com 300 pessoas, não entregando na mesma velocidade."
— o gap não é acesso. É critério.
IA em 100% da casa, todo mundo com Claude. Acesso não é o problema.
exemplo100% usa IA · todos com acesso ao Claude · vocês já têm um front que junta várias LLMs. O setor inteiro chegou aqui: a XP achou 97% das gestoras usando IA.
Não é mais "ficar de fora". É IA solta, sem padrão, virando passivo.
exemploCada um cria na sua máquina, a pessoa sai e some tudo. Áreas querendo "refazer o CRM em 2 tardes". Entusiasmo sem governança = dívida.
Critério executivo: o que mexe o ponteiro × o que é só "legal".
exemploA pergunta deixa de ser "dá pra fazer?" (dá quase tudo) e vira "isso mobiliza receita?". É esse filtro que a diretoria precisa dar.
Os 5 níveis da OpenAI — o que a máquina consegue fazer
A OpenAI mede o que a máquina faz. Christopher Penn mede o que você faz com ela.
Metáfora gastronômica: cada nível é uma forma diferente de comer.
"Você cozinha em casa."
Abre o chat, pergunta, lê, copia, cola. Amanhã repete do zero. Sem padrão, sem reuso.
"Kit de refeição — metade vem pronto."
Cria um GPT, Gem ou Claude Project. Contexto fixo, instruções, exemplos. Primeiro salto real — para de reinventar o prompt.
"Você sai pra jantar. Outro cozinha."
Entrega um plano a um agente. Ele lê, executa, escreve no seu computador. Sua agenda escala pela primeira vez.
"Chef pessoal. Você entrega o cargo, não o plano."
Define objetivo, critérios de sucesso e limites. O agente decide todo o resto — inclusive o como. Gestor de resultado, não de tarefa.
"Chef que mora com você. Sabe o que você quer antes de pedir."
Time de agentes autônomos: gerente, especialistas, revisor. Antecipam. Você opera como conselho, não como CEO operacional.
Respondam mentalmente. Sem fugir.
Vocês fazem isso com ações o tempo todo. É o mesmo músculo, aplicado a cada ideia de IA.
Resolve uma dor real? Tem dono? Dá pra medir em 30 dias? Mobiliza receita — ou só é "legal"?
Quanto até gerar valor real?
Refazer um CRM "em 2 tardes" vira meses de manutenção. Salesforce já está de pé.
Quem mantém quando quebrar?
Ferramenta pronta tem 80 engenheiros cuidando. O seu build tem 1 — que pode sair.
Reféns de qual fornecedor?
Agenda (tipo Calendly): integrar é barato e sem lock-in. Construir só se o fornecedor travar o que é core.
É core competitivo ou commodity?
Análise proprietária da Suno → considere construir. Agenda/CRM genérico → compre.
IA espalhada em cada máquina, sem critério, não é inovação. É dívida.
Ninguém muda hábito por ordem — muda quando vê valor. Mas o bottom-up só acontece se a diretoria legitimar e usar primeiro.
Legitima, dá tempo e orçamento, e usa primeiro.
Diretor que não usa IA não consegue cobrar adoção do time. O exemplo desce.
Define padrão, escolhe ferramenta, dissemina — sem virar fila de pedido.
1 ponto focal por área (os Champions) + o Allan como N3 de criticidade. Descentralizado, não gargalo.
IA não é projeto de TI. É hábito de quem decide — no dia a dia das áreas de vocês.
Ler o que ninguém tem tempo de ler.
1 relatório vira a cascata toda.
Atualizar o funil falando.
Base de 100k+ assinantes.
Uma coisa que a sua área vai testar a partir de agora.
"Research vai padronizar a leitura de ITR com IA até o fim do mês."
Uma coisa que a sua área vai parar de fazer — ou de esperar.
"Parar de pedir relatório manual que ninguém lê inteiro."
Duas linhas. Dito em voz alta. Compromisso na sala — eu anoto e vira insumo da mentoria.
A Mentoria entra como sala aberta no dia a dia — pra destravar o time quando ele tropeçar. Os encontros de acompanhamento saem do que vocês decidirem aqui.
Pergunta difícil é mais bem-vinda que pergunta fácil.